Metamorfoses Históricas: História, livros, músicas, cinema e motos!

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segunda-feira, 13 de julho de 2015

13 de julho - Dia Mundial do Rock!!!!

Por que 13 de julho?

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos.

O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como: The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.









































domingo, 13 de julho de 2014

13 de julho - Dia Mundial do Rock!!!!

Por que 13 de julho?

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos.

O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como: The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.










































quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Pequena e singela homenagem ao grande Raul Seixas. Há 24 anos, no dia 21 de agosto de 1989, ele partiu desse mundo para viajar pelo universo, como diz uma das letras de suas inúmeras músicas. 
Músicas que mesmo passando o tempo, são sempre atuais! Importante sempre é TOCA RAUL!!!!!

 Foto de Raul Seixas
 
Metamorfose Ambulante

Prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
 


Eu quero dizer
Agora, o oposto do que eu disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo


Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou

Se hoje eu sou estrela
Amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio
Amanhã lhe tenho amor

Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator


É chato chegar
A um objetivo num instante
Eu quero viver
Nessa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
 

Eu vou lhe desdizer
Aquilo tudo que eu lhe disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013


Quem são os melhores guitarristas de todos os tempos?

Pergunta difícil, pois dependendo o gênero e o gosto musical, as respostas podem ser as mais variadas possíveis. Mas com certeza as listas teriam nomes em comum, podemos ter certeza. 

Buscando estabelecer a lista com os 100 melhores guitarristas de todos os tempos, a revista Rolling Stones (http://www.rollingstone.com.br/) reuniu um seleto grupo de grandes guitarristas e especialistas para indicar quem são os maiores mestres do instrumento em todos os tempos. Reproduzimos a seguir os 6 primeiros... ficamos aberto aqui a suas considerações e eu concordo com estes nomes, sem sombra de dúvida, embora em outra ordem.

6 B.B. King
 


Por Billy Gibbons, do ZZ Top

As influências de B.B. foram estabelecidas há muito tempo. Por ser de Indianola, Mississippi, ele se lembra do som dos lavradores e das figuras primordiais do blues, como Charley Patton e Robert Johnson. O fraseamento de uma nota só de T-Bone Walker era outra coisa. Dá para ouvir essas influências na escolha de melodias que ele canta não só na parte vocal, mas em como deixa sua guitarra cantar instrumentalmente.
Ele toca em explosões encurtadas, com riqueza e solidez. E há uma destreza técnica, um fraseamento tocado de maneira limpa. Eram solos sofisticados. É tão identificável, tão claro que poderia ser escrito. B.B. é um solista legítimo.
Ele faz duas coisas que fiquei desesperado para aprender. Criou um fraseado onde toca duas notas ao mesmo tempo, depois pula para a outra corda e desliza até uma nota. Consigo fazer isso dormindo agora. E há essa coisa de duas ou três notas na qual ele faz um bend na última nota. Esses dois truques sempre fazem você se mexer na cadeira – ou se levantar dela. É poderoso assim.
Houve um momento de virada, mais ou menos na época de Live at the Regal [de 1965], quando seu som assumiu uma personalidade que hoje é intocável – este timbre arredondado, no qual o captador de cima e o de baixo estão fora de fase. E B.B. ainda toca com um amplificador Gibson que não é produzido há muito tempo. Seu som vem dessa combinação. É simplesmente B.B.

PRINCIPAIS FAIXAS “3 O’Clock Blues”, “The Thrill Is Gone”, “Sweet Little Angel”

5 Jeff Beck


Por Mike Campbell

Jeff Beck tem a combinação de técnica brilhante e personalidade. É como se dissesse: “Sou Jeff Beck. Estou bem aqui, e você não pode me ignorar”. Até no Yardbirds, ele tinha um timbre que era melódico, brilhante, urgente e ousado, mas doce ao mesmo tempo. Dava para perceber o quanto ele era sério e determinado.
Há uma arte real em tocar com e em torno de um vocalista, respondendo e o pressionando. Essa é a beleza dos dois discos que ele gravou com Rod Stewart, Truth, de 1968, e Beck-Ola, de 1969. Ampliou os limites do blues. “Beck’s Bolero”, em Truth, não é blueseira, mas mesmo assim é inspirada no blues. Uma das minhas faixas preferidas é a cover de “I Ain’t Superstitious”, de Howlin’ Wolf, em Truth. Há um senso de humor – aquele wah-wah grunhido. Não sei se Clapton toca com o mesmo senso de humor, mesmo sendo tão bom. Jeff definitivamente tem isso.

Quando passou pela fase do fusion, a cover de “Cause We’ve Ended as Lovers”, do Stevie Wonder, em Blow by Blow, me conquistou. O timbre era tão puro e delicado. É como se houvesse um vocalista cantando, mas havia um guitarrista fazendo todas as notas. Eu o vi no ano passado em um cassino em São Diego, e a guitarra era a voz. Você não sentia falta do vocalista, porque a guitarra era muito lírica. Havia uma espiritualidade e uma confiança nele, um compromisso com ser ótimo. Depois de ver aquele show, fui para casa e comecei a praticar. Talvez tenha sido o que aprendi com ele: se você quer ser Jeff Beck, faça a lição de casa.

PRINCIPAIS FAIXAS “Beck’s Bolero”, “Freeway Jam”, “A Day in the Life”, “I Ain’t Superstitious”, “Heart Full of Soul”

4 Keith Richards

 

Por Nils Lofgren, da E Street Band

Eu me lembro de estar no ensino médio ouvindo “Satisfaction” e pirando com o que aquilo fazia comigo. É uma combinação do riff e dos acordes que se movem por baixo dele. Keith escreveu temas de duas ou três notas que eram mais poderosos do que qualquer grande solo. Tocou a guitarra rítmica com vibrato e a solo em “Gimme Shelter”.
Acho que ninguém criou uma ambientação tão sinistra. Há uma claridade entre essas duas guitarras que deixa um espaço agourento para Mick Jagger cantar. Ninguém usa afinações alternativas melhor do que Keith. Essa é a essência das guitarras nos Rolling Stones. Keith encontra a afinação que permite que o trabalho – as cordas inquietas, depois silenciosas – encontre o caminho do que ele está sentindo.
Fui ver Keith com o X-Pensive Winos. No camarim, ele começou a ensaiar um riff de Chuck Berry. Nunca o ouvi soar daquele jeito. Amo Chuck Berry, mas aquilo era melhor. Não tecnicamente – havia um conteúdo emocional que falava comigo. O que Chuck é para Keith, Keith é para mim.
PRINCIPAIS FAIXAS “(I Can’t Get No) Satisfaction”, “Gimme Shelter


3 Jimmy Page


Por Joe Perry

Ouvir o que Jimmy Page faz na guitarra faz você viajar. Como guitarrista solo, ele sempre toca a coisa certa para o momento certo – tem um gosto incrível. O solo em “Heartbreaker” tem uma urgência tão sensacional; ele está cambaleando à beira de sua técnica e ainda assim domina o show. Só que não dá para olhar apenas para seu jeito de tocar guitarra.
Você tem de ver o que ele fez no estúdio e como usou isso nas músicas que compôs e produziu. Jimmy construiu um catálogo imenso de experiências no Yardbirds e como músico de estúdio, então, quando gravou o primeiro disco do Led Zeppelin, sabia exatamente que tipo de sons queria obter.
Ele tinha esta visão de como transcender os estereótipos do que a guitarra pode fazer. Se você seguir a guitarra em “The Song Remains the Same” o tempo inteiro, ela evolui através de tantas mudanças diferentes – mais alta, mais quieta, mais suave, mais alta de novo. Ele compunha, tocava, produzia as músicas – não consigo pensar em outro guitarrista desde Les Paul que possa reivindicar algo parecido.
PRINCIPAIS FAIXAS “Dazed and Confused”, “Heartbreaker”, “Kashmir”

2 Eric Clapton

 

Por Eddie Van Halen

Eric Clapton é basicamente o único guitarrista que me influenciou – embora eu não soe como ele. Havia uma simplicidade em seu jeito, seu estilo, sua vibração e seu som. Ele pegou uma Gibson, plugou-a em um amplificador Marshall, e pronto. O básico. O blues. Seus solos eram melódicos e memoráveis – e é assim que solos de guitarra devem ser, uma parte da música. Eu poderia murmurá-los para você.
O que eu realmente gostava eram as gravações ao vivo do Cream, porque dava para ouvir os três músicos tocando. Se você escutar “I’m So Glad”, do disco Goodbye, realmente ouve os três – e Jack Bruce e Ginger Baker eram dois músicos de jazz, impulsionando Clapton. Li uma vez que Clapton disse: “Eu não sabia o que diabos estava fazendo”. Ele estava só tentando acompanhar os outros dois!

Depois do Cream, ele mudou. Quando começou a fazer “I Shot the Sheriff” e outras coisas, e quando se juntou a Delaney & Bonnie, todo o seu estilo mudou. Pelo menos o seu som. Seu foco estava mais em cantar do que tocar. Eu o respeito por tudo o que fez e ainda faz – mas o que me inspirou, o que me fez pegar uma guitarra, foram seus primeiros trabalhos. Eu poderia tocar alguns daqueles solos agora – estão permanentemente gravados no meu cérebro. Aquele som baseado no blues ainda é o cerne da guitarra do rock moderno.
PRINCIPAIS FAIXAS “Bell Bottom Blues”, “Crossroads”, “White Room”

1 Jimi Hendrix

 

Por Tom Morello

Jimi Hendrix explodiu nossa ideia do que o rock poderia ser: ele manipulou a guitarra, a alavanca, o estúdio e o palco. Em músicas como “Machine Gun” ou “Voodoo Child”, seus instrumentos são como uma vareta sensorial dos turbulentos anos 60 – dá para ouvir os tumultos nas ruas e as bombas de napalm explodindo em sua versão para “Star-Spangled Banner”.
Seu estilo de tocar era sem esforço. Não há um minuto de sua carreira gravada que deixe transparecer que ele está dando duro naquilo – parece que tudo flui através dele. A música mais bonita do cânone de Jimi Hendrix é “Little Wing”. É simplesmente essa coisa linda que, como guitarrista, você pode estudar a vida inteira e não tocar, nunca penetrar nela da forma como ele faz.
Hendrix tece uniformemente acordes com trechos de uma só nota e usa sequências de acordes que não aparecem em nenhum livro de música. Seus riffs eram um demolidor funk pré-metal e seus solos eram uma viagem elétrica de LSD até as encruzilhadas, onde ele humilhava o diabo.
Há discussões sobre quem foi o primeiro guitarrista a usar feedback. Não tem importância, porque Hendrix o usou melhor do que ninguém: pegou o que se tornaria o funk dos anos 70 e o fez atravessar uma pilha de amplificadores Marshall, de uma forma que ninguém fez desde então.
É impossível pensar no que Jimi estaria fazendo agora; ele parecia ter uma personalidade bem volátil. Seria um político idoso do rock? Seria Sir Jimi Hendrix? Ou estaria fazendo uma temporada em Las Vegas? A boa notícia é que seu legado está garantido como o maior guitarrista de todos os tempos.
PRINCIPAIS FAIXAS “Purple Haze”, “Foxy Lady”, “The Star-Spangled Banner”, “Hey Joe”

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Quais são os álbuns musicais recordistas em vendas? Com algumas pesquisas, chegamos ao site da Revista Rolling Stones (www.rollingstone.com.br), que organizou a lista dos três mais vendidos nas últimas décadas (1950 à década atual). 

Os dados foram coletados com base no livro The 100 Best Selling Albuns, série de volumes divididos por décadas (da década de 50 até os anos 00), e também em dados da RIAA (Recording Industry Association of America). Que fique claro não ser uma lista dos melhores álbuns da história, mas sim os que tiveram o maior número de vendas. 

Até o momento, Michael Jackson lidera a lista dos mais vendidos no mundo, com o álbum Thriller, lançado em 1983, somando mais de 65 milhões de cópias certificadas (e vendas estimadas de 110 milhões, embora a RIAA não confirme esse número). Na sequência, com cerca de 50 milhões de cópias temos Back in Black, AC/DC (1980) e The Dark Side of the Moon, Pink Floyd (1973).

Os discos mais vendidos em todo o mundo

Não é segredo que Michael Jackson lidere o ranking de discos mais vendidos em todo o mundo. Thriller, lançado em 1983, soma mais de 65 milhões de cópias certificadas (e vendas estimadas de 110 milhões, embora a RIAA não confirme esse número). Michael ainda aparece na 4ª posição com Bad (1987) - acrescente mais 45 milhões de discos vendidos na conta do Rei do Pop. The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd, e Back in Black, do AC/DC, já venderam, cada um, mais de 50 milhões de cópias. Eis os três discos mais vendidos no mundo em todos os tempos:


1) Thriller, Michael Jackson (1983)

2) Back in Black, AC/DC (1980)

3) The Dark Side of the Moon, Pink Floyd (1973)

Década de 1950: 

1) Elvis' Christmas Album, Elvis Presley (1957) 
2) My Fair Lady, Trilha Sonora da Peça (1956) 
3) Kind of Blue, Miles Davis (1959)

Década de 1960:

1) The Beatles (o Álbum Branco), The Beatles (1968) 
2) Led Zeppelin 2, Led Zeppelin (1967) 
3) Abbey Road, The Beatles (1969)

Anos 60

Essa é a década em que o rock domina as paradas e promove uma mudança cultural intensa na sociedade. Dos 100 álbuns mais vendidos da década de 60, 13 são dos Beatles. Bob Dylan aparece com seis discos recordistas seguido por Monkees e Elvis Presley. O Top Ten é dividido apenas entre Beatles, Led Zeppelin e Monkees. Os três discos mais vendidos são:


1) The Beatles (o Álbum Branco), The Beatles (1968)

2) Led Zeppelin 2, Led Zeppelin (1967)

3) Abbey Road, The Beatles (1969)

Década de 1970:

1) The Wall, Pink Floyd (1979) 
2) Led Zeppelin IV, Led Zeppelin (1971) 
3) Rumors, Fleetwood Mac (1977)

Anos 70


O rock and roll continuou dominando as paradas na década 70. O grande campeão de vendas do período é o Led Zeppelin, que colocou seis discos entre os 60 mais vendidos. O Pink Floyd cravou quatro, incluindo o primeiro lugar:


1) The Wall, Pink Floyd (1979)

2) Led Zeppelin IV, Led Zeppelin (1971)

3) Rumors, Fleetwood Mac (1977)

Década de 1980:

1) Thriller, Michael Jackson (1982) 
2) Back in Black, AC/DC (1980) 
3) Born In The U.S.A., Bruce Springsteen (1984)

Década de 1990:

1) Come On Over, Shania Twain (1997) 
2) The Bodyguard, Whitney Houston (1992) 
3) Jagged Little Pill, Alanis Morissette (1996)

Década de 2000:

1) 1, The Beatles (2000) 
2) No Strings Attached, 'N Sync (2000) 
3) Come Away With Me, Norah Jones (2002)

Como a década de 2010 ainda é recente, não postaremos aqui os dados preliminares, pois com certeza muita coisa irá mudar nos próximos anos!


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Woodstock: em um 15 de agosto....

Woodstock foi ao mesmo tempo um fim e um início. O Festival, que completa 40 anos, entrou para a história como o primeiro mega-evento da era do rock e mostrou que os jovens tinha força e poder. Porém, ele marcou o fim de uma era onde se acreditava que a paz e amor reinariam e que todos viveríamos em um mundo anti-materialista e solidário. Assim, o que era pra ser o pontapé inicial para uma nova ordem não se concretizou. 

Mas Woodstock foi muito mais que isso. Os "três dias de paz e música", ainda perduram. Quando em 1970 o filme documentário foi lançado, jovens de inúmeros países que não recebiam grandes shows - incluindo o Brasil - tiveram um gostinho da coisa. Assim cenas "hippies" locais foram surgindo, quando nos Estados Unidos o clima já estava bem mais paranóico com a cocaína e a heroína tomando o lugar do que antes era LSD e maconha.

Do ponto de vista musical Woodstock também deixou sua marca. Quem viu o filme (que tinha um ainda desconhecido Martin Scorsese na equipe técnica) não se esquece de The Who, Ten years After, Jimi Hendrix e Joe Cocker. 

Enfim, se alguma vez na vida você já se viu em um descampado lotado, cheio de lama, gente bêbada e um palco com diversas atrações já sabe a quem deve agradecer (ou culpar): um evento acontecido há mais 40 anos na cidade de Bethel (sim, apesar do nome o festival não ocorreu na cidade de Woodstock, que na época tinha virado refúgio para Bob Dylan e outros nomes de ponta do rock).

1º Dia - 15 de Agosto de 1969

Divulgação
Vaga-lume letras
Richie Havens
O primeiro dia do festival foi dedicado á folk music.
O primeiro a subir ao palco foi Richie Ravens e seu jeito peculiar de tocar violão usando o polegar da mão esquerda.

Richie ficou imortalizado com a canção Freedom que segundo ele foi composta no ato, ali mesmo.

O resto do dia teve ainda o filho da lenda maior do folk Woody Guthrie, Arlo Guthrie, o indiano Ravi Shankar e Joan Baez que subiu ao palco grávida de seis meses e supriu, um pouco, a ausência de Bob Dylan.

Ainda durante o dia artistas bastante influentes, ainda que pouco conhecidos, também se apresentaram, como Tim Hardin e Bert Sommer cujas performances ficaram de fora do filme do evento (no caso do primeiro aparentemente porque o show foi um desastre graças ao elevado grau de intoxicação do músico).

2° Dia - 16 de Agosto de 1969

Divulgação
Vaga-lume letras
The Who
O dia mais roqueiro do festival teve The Who tocando sua ópera-rock Tommy e o guitarrista Pete Towshend quebrando sua guitarra na cabeça do agitador político Abbie Hoffman, Sly and the Family Stone mostrando que negros e brancos podiam curtir o mesmo som com sua mistura poderosa de rock, soul, funk e psicodelia, Santana apresentando ao mundo seu rock com influência latina e, às seis da manhã, os reis do rock psicodélico Jefferson Airplane deixando todo mundo ainda mais acordado.

Houve também momentos mais calmos como John Sebastian que sequer estava escalado pra tocar (ele subiu ao palco enquanto a equipe resolvia um problema técnico)e dedicou uma canção para uma criança que acabara de nascer ali mesmo. 

Outro momento que entrou para a história foi Country Joe McDonald entoando o clássico anti-guerra Feel Like I'm Fixing To Die Rag.

E isso porque nem falamos de Janis Joplin, Creedence Clearwater Revival e Grateful Dead cujos shows ficaram de fora do filme original - em vários casos porque os empresários não deixaram ou porque as bandas não ficaram satisfeitas com suas performances.

Pelo menos a performance do Canned Heat ficou registrada e assim podemos ver a banda com o guitarrista Alan "Blind Owl" Wilson, que um ano depois morreu vítima de uma overdose.

3° Dia - 17 de Agosto de 1969

Divulgação
Vaga-lume letras
Jimi Hendrix
O último dia de Woodstock foi prejudicado pela chuva torrencial que parou a festa por quase toda a tarde. Por conta disso os shows rolaram durante toda a manhã de segunda feira.


Os momentos mais marcantes se deram curiosamente logo no começo e no fim da maratona. Joe Cocker foi o primeiro a subir ao palco. Sua versão de With A Little Help From My Friends dos Beatles foi um dos pontos altos de Woodstock. Na verdade podemos até dizer que a imagem do cantor se esgoelando e mexendo os braços é uma das imagens mais marcantes do século 20.
Na ponta final do festival estava Jimi Hendrix, que subiu ao palco quando quase todo mundo já tinha ido (ou tentado ir) embora. Esses devem estar entre as pessoas mais arrependidas do planeta, já que perderam a chance de contar pros netos que viram o guitarrista (outro que também morreria no ano seguinte) fazendo a sua emblemática execução do Hino Nacional Americano (com direito a simulação de bombas e tiros).


Entre Cocker e Hendrix o público ainda curtiu muito blues rock com Ten Years After, Paul Butterfield Blues Band e Johnny Winter, psicodelia com Country Joe and the Fish e a música inclassificável de Crosby, Stills, Nash and Young e The Band



Adaptado de http://www.vagalume.com.br/especiais/woodstock-40-anos.html#ixzz23cTEvv41





fotos festival woodstock

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sexta-feira, 13 de julho de 2012

13 de julho: DIA MUNDIAL DO ROCK!!


Neste Dia Mundial do Rock algumas informações para você não fazer feio ou cometer aqueles absurdos ao conversar com amigos ou fazer seus post nas redes sociais.



Por que 13 de julho?

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos.

O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como: The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.





Gêneros do bom e velho rock 

Alternative Rock:
Rock alternativo é um gênero de rock surgido na década de 1980 que se tornou bastante popular na década de 1990. Consiste de vários subgêneros oriundos da cena musical independente como grunge e britpop, que estão relacionados por sua influência em diversas escalas com o punk rock e que não se encaixavam em classificação alguma conhecida na época.
Bandas: Pearl Jam, Raimundos,Green Day, Cake, Creed.

Heavy Metal:
O heavy metal (muitas vezes referido apenas como metal ou Rock Pauleira (termo visto como ofensivo) é um gênero do rock que se desenvolveu no final da década de 1960 e no início da década de 1970, em grande parte, na Inglaterra e nos Estados Unidos.[3] Tendo como raízes o blues-rock e o rock psicodélico, as bandas que criaram o gênero desenvolveram um espesso, maciço som, caracterizada por altas distorções amplificadas, prolongados solos de guitarra e batidas enfáticas.
Bandas: Black Sabbath, Iron Maiden, Judas Priest.

Punk Rock:
Punk rock é um movimento musical e cultural que surgiu em meados da década de 1970, que tem como principais características músicas simples (que geralmente não passam de três ou quatro acordes), rápidas e agressivas, temas que abordam idéias anarquistas, niilistas e revolucionárias, ou sobre problemas políticos e sociais como o desemprego, a guerra, a violência, ou em outros casos, letras com menos conteúdo político e social, como relacionamentos, diversão, sexo, drogas e temas do cotidiano. O visual agressivo, que foge dos padrões da moda, a filosofia "faça-você-mesmo" e as atitudes destrutivas também são outras características do punk.
Bandas: Ramones, Sex Pistols, The Clash, The Dogs.

Hard Rock:
Hard rock ou heavy rock ("rock pesado", em inglês) é um estilo musical, subgênero do rock que tem suas raízes do rock de garagem e psicodélico do meio da década de 1960, que se caracteriza por ser consideravelmente mais pesado do que a música rock convencional, e marcada pelo uso de distorção, uma seção rítmica proeminente, arranjos simples e um som potente, com riffs de guitarra pesada e solos complexos. A formação típica era constituída por bateria, baixo, guitarra, e algumas vezes, um piano ou teclado, além de um vocalista que muitas vezes se utilizava de vocais agudos e roucos.
Bandas: Guns N' Roses, Led Zeppelin, Aerosmith, Queen, Alice In Chains, Scorpions, AC/DC;

Garage Rock:
Rock de garagem é uma forma não trabalhada de rock and roll que ficou famosa primeiramente nos Estados Unidos da América e Canada entre 1963 e 1967. O rock de garagem não foi reconhecido como um gênero de música independente, durante os anos 1960, e nem foi dado nenhum nome específico, nestes anos, para seu estilo.
Bandas: The Clash e Sex Pistols.